Dicembre 2011
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Pode você desenhar um barquinho na minha mão? Um com velas azuis, que se camuflem no mar, e com lugar para dois? Já que o mar sou eu, não precisa contornar as águas nas quais ele navega. Deixe-o passear por mim, enquanto você não chega para dar-lhe um horizonte.
Tem sempre um quase, imposto por mim mesma, que me separa do conseguir. É um quase sentir, um quase ter coragem, uma quase vontade de ir atrás dos meus sonhos. Mas se não há vontade, não há sonho, certo? E se eu esperar o sonho vir até mim? Ele vem?
2 massimo
Crônicas de quinta(no sábado)
O relógio bateu exatamente às 9h. Os corredores viraram um verdadeiro inferno, minha cabeça explodia e a esta altura eu só precisava de um bom descanso. Noite passada mergulhei nos livros e faz tempo que não sei o que é dormir. Fui levada até o auditório pelos esbarrões dos meninos do basquete. Meu corpo estava tão leve que até o vento derrubava-me. Entrei naquele lugar escuro, as cortinas estavam...